17/10/2011

Quando sei que estou estressado?

Você já se assustou quando alguém, em casa ou no trabalho, lhe indagou: “você está estressado”? Se sim, saiba que isso não aconteceu somente com você. O termo “estresse” está muito difundido na cultura popular e geralmente é usado para designar irritabilidade ou cansaço - adjetivos que ninguém gosta de receber. Isso está parcialmente correto.


Na área da saúde, o estresse é entendido como uma reação natural do organismo diante de qualquer estímulo que nos desafie ou nos force a uma adaptação momentânea. Essa reação, que é na verdade uma busca de adaptação, envolve aspectos físicos e psicológicos. No início, o estresse é mais positivo do que negativo, pois gera energia “extra” para enfrentarmos o desafio imposto. Portanto, ao contrário do que se pode pensar, estar estressado não é necessariamente ruim. Somente quando a adversidade não cessa e permanecemos estressados por longos períodos é que isso se torna um problema – que prejudica nossa saúde e nossa produtividade.

Para prevenir as consequências indesejáveis do estresse, o ideal é não esperar que alguém nos alerte, e sim aprender a detectar seus sinais.

Assim que percebemos uma dada situação como desafiadora à nossa capacidade pessoal – como realizar um trabalho complexo em um tempo relativamente curto –, nosso organismo desencadeia a reação de estresse. Há a liberação de alguns hormônios, dentre eles a adrenalina, que estimulam o corpo e a mente, deixando-os em estado de prontidão. Nessa fase, o organismo se volta para superar o desafio e, por isso, fica mais agitado e precisa de pouco descanso. Os músculos ficam tensos, o coração acelera, o sono não vem e a fome diminui. O humor fica eufórico e um pouco irritado, por consequência da tensão e do excesso de foco no problema. É importante notar que essas mudanças devem ser breves e circunstanciais. Assim que o desafio é superado ou abandonado, tudo tem de se normalizar. Desse modo, a reação de estresse nos torna mais capazes, criativos e produtivos por um tempo breve.

Se o problema desafiador persistir por mais tempo, ou logo em seguida surgirem outros, o estresse vai permanecer. Só que agora de maneira menos benéfica. Devido ao gasto de energia além do comum, começa a haver desgaste físico e mental. O organismo começa a reclamar por calma, descanso e sono. É comum sentir complicações no intestino, como diarreias ou prisão de ventre, e ainda tonturas, dores de cabeça e diminuição do desejo sexual. O humor tende a continuar irritado, porém cada vez mais ansioso e emotivo. A concentração diminui e a memória começa a falhar. O pensamento se fixa no problema e é difícil pensar ou falar em outra coisa. Sem conseguir raciocinar direito, a criatividade e a produtividade caem. É geralmente nessa fase do estresse que as pessoas notam as mudanças no comportamento e no rendimento.

Se a situação permanecer sem solução, o estresse pode levar o organismo à exaustão. Nessa fase há uma perda do equilíbrio e isso é especialmente prejudicial à nossa saúde, pois a resistência física e emocional está muito comprometida. Assim, além das diarreias frequentes, outros problemas podem surgir: úlcera, mudança extrema de apetite, hipertensão arterial, problemas dermatológicos prolongados, tontura frequente, tiques nervosos, impotência sexual, entre outros. Vários estudos demonstram que o estresse prolongado também favorece o surgimento de depressão e outros distúrbios mentais.

É importante, portanto, não permitir que o estresse evolua para níveis elevados, que fogem ao nosso controle e prejudicam nossa saúde e nosso trabalho. Para isso, o primeiro passo é reconhecer os sinais que o organismo emite, para saber se você está realmente estressado e em que fase. Depois, é fundamental mapear no ambiente as fontes de nosso estresse, seja no trabalho ou em casa. Feito isso, é saudável refletir sobre o quanto o ambiente é hostil ao nosso organismo. Por fim, vale a pena investir em mudanças que possam tornar nossa vida menos vulnerável ao estresse. Como muitos cientistas vêm provando, essa é uma escolha que contribui bastante para viver com mais saúde e por mais tempo.



fonte:www.fleury.com.br/

Depressão atinge quase 15% da população idosa

Muitas pessoas atribuem ao processo natural de envelhecimento os problemas com a memória, alterações no sono e no apetite, além de dificuldades de atenção e concentração. Em muitos casos, porém, eles podem ser indícios de um mal que atinge quase 15% da população idosa: a depressão. “Trata-se de um dos problemas mais comuns em idosos, sendo provavelmente a causa mais frequente de sofrimento emocional e queda na qualidade de vida nesta fase”, afirma Graziela Lanzara, coordenadora médica do Programa de Gestão de Doenças Crônicas do Fleury.


A depressão não é facilmente percebida pelas pessoas que convivem com o idoso porque os sinais do transtorno, quando ocorre na terceira idade, são muito diferentes dos apresentados pela população mais jovem, explica Graziela. “Há um predomínio de sintomas como diminuição do sono, perda de prazer nas atividades habituais, ‘ruminações’ sobre o passado, hipocondria, baixa auto-estima e queixa de perda de energia, em detrimento dos sintomas emocionais como tristeza ou angústia – indícios que marcam o quadro depressivo em pessoas mais jovens.”

As mudanças nos papéis sociais, como a aposentadoria, por exemplo, que frequentemente ocasionam a diminuição da autoestima, do ritmo das atividades e do interesse pelo dia-a-dia, podem levar até mesmo uma pessoa que nunca sofreu deste problema ao longo da vida a desenvolver depressão na terceira idade. “A perda de pessoas próximas, como cônjuge ou amigos, e a percepção do declínio nas capacidades física e mental, tal como a perda de memória, também podem precipitar um quadro depressivo”, explica Graziela Lanzara, ressaltando que o problema é mais comum entre mulheres e pessoas com doenças preexistentes.

Apesar de comum nos idosos, a depressão não pode ser encarada como algo irremediável. Trata-se de uma doença que pode e deve ser controlada, afirma a médica do Fleury. “O tratamento pode envolver psicoterapia e medicações antidepressivas, tendo por finalidade reduzir o sofrimento causado por esta condição e garantir uma melhor qualidade de vida ao idoso.”

Antes de necessitar ser tratada, a depressão na terceira idade pode ser prevenida – e com atitudes muito simples. Por ter uma relação direta com os relacionamentos sociais, essa condição depende do apoio que o idoso recebe das relações sociais. “Uma forte rede de amigos e de familiares e a participação em atividades sociais que dêem prazer e tragam contato com outras pessoas são fundamentais na manutenção da saúde mental na terceira idade”, explica Graziela.

Há também uma associação crucial entre saúde física e depressão nesta fase da vida. Segundo Graziela, é importante manter atividade física regular e dieta equilibrada, ações que evitam ou minimizam o aparecimento de doenças – fator que também influencia no desencadeamento do transtorno no idoso. “Prevenir a depressão na terceira idade é sinônimo de fugir da solidão, evitar o isolamento social e manter hábitos de vida saudáveis”, resume a médica do Fleury.

Fonte: Graziela Lanzara, coordenadora médica do Programa de Gestão de Doenças Crônicas do Fleury.

Este material foi elaborado pelo Fleury, tendo caráter meramente informativo. Não deve ser utilizado para realizar autodiagnóstico ou automedicação. Em caso de dúvidas, consulte seu médico.

Transtorno Bipolar

O transtorno bipolar do humor, também conhecido como distúrbio bipolar, é uma doença caracterizada por episódios repetidos, ou alternados, de mania e depressão. Uma pessoa com transtorno bipolar está sujeita a episódios de extrema alegria, euforia e humor excessivamente elevado (mania), e também a episódios de humor muito baixo e desespero (depressão). Entre os episódios, é comum que passe por períodos de normalidade.[4][5]


Deve-se ter em conta que este distúrbio não consiste apenas de meros "altos e baixos". Altos e baixos são experimentados por praticamente qualquer pessoa, e não constituem um distúrbio. As mudanças de humor do distúrbio bipolar são mais extremas e mais duradouras que aquelas experimentadas pelas demais pessoas. Quando tanto a depressão quanto a mania são mais leves mas mais duradouras o transtorno passa a ser classificadas como ciclotimia.[6]

O doente de distúrbio bipolar era também comumente chamado de "maníaco-depressivo", entretanto, este uso não é um termo usado atualmente entre os psiquiatras, que padronizaram o uso de Kraepelin do termo depressão maníaca para descrever o espectro bipolar como um todo, que inclui tanto o distúrbio bipolar como a depressão; eles agora utilizam distúrbio bipolar para descrever a forma bipolar da depressão maníaca.[7]

A natureza e duração dos episódios variam grandemente de uma pessoa para outra, tanto em intensidade quanto em duração. No caso grave, pode haver risco pessoal e material.

fonte: http://pt.wikipedia.org/

Quem sou? O que quero? O que faço?

Quem nunca se fez essas perguntas antes? Mas são poucos os que acham respostas! A Psicanálise veio ajudar o indivíduo a encontrar-se na vida e a achar uma saída para seu conflito interno, compreendendo tais acontecimentos, elaborando e dando um novo sentido à vida, descobrindo quem somos verdadeiramente e não quem representamos ser para nós mesmos e para os outros.
Quem deve fazer análise?


Todas as pessoas que desejem conscientizar-se e compreender o sentido inconsciente de suas ações e sentimentos. Por tratar-se de uma técnica de tratamento cujo o maior recurso é analisar o indivíduo, está indicada para todos os clientes que apresentem algum sintoma como, por exemplo, depressão, stress, impulsividade, sentimento de culpa, complexos, traumas, tristeza e dificuldades em função de relacionamentos em geral, sintomas corporais sem causas especificadas, obsessões, medos, crises de ansiedade, dificuldade de aprendizagem, problemas sexuais de origem emocional, pânico, transtornos de humor e de personalidade, uso abusivo de álcool e drogas, relacionamentos conjugais, dentre outros.

Quais os resultados da Psicanálise?

Os resultados que se podem esperar de seu processo é uma maior compreensão das ações e sentimentos. do cliente, obtendo um auto conhecimento e auto-controle. De posse de uma maior compreensão a respeito de si mesmo, o cliente tenderá a viver de forma mais consciente, agindo em favor de uma melhor qualidade de vida para si, reduzindo, potencialmente, a manifestação dos sintomas antes vivenciados, enfim, promovendo mudanças em si mesmo.

Estando em outro tratamento, posso fazer análise?

A psicanálise pode ser utilizada também como uma terapia de apoio nos casos de tratamentos de ordem psiquiátrica, não inviabilizando ou mesmo substituindo a necessidade do acompanhamento médico e medicamentoso.

fonte: ttp://www.scopsi.com.br